Pin TPO África do Sul pelos olhos de Ana Carolina Cavalcante

13 agosto, 2018
Autor: Redação

Ana Carolina Cavalcante, administradora, resolveu comemorar seu aniversário ao lado de 8 amigas, na África do Sul. Foram 25 dias de muitas aventuras, experiências inusitadas, praias paradisíacas, risadas e muita história pra contar.

Ana Carol decidiu compartilhar com a gente, todas as suas dicas dessa viagem inesquecível. Está imperdível, nós garantimos.

Veja só!!!

TPO – O que te inspira e te move na busca de novos destinos e viagens?

ANA CAROL: Eu sempre fui muito aberta a conhecer pessoas, suas história, maneiras de pensar e ser. Amo a liberdade e conhecer o desconhecido. (soa clichê rs, mas é isso!) Viajar para mim conecta profundamente o que mais amo, conhecer lugares novos e entrar em culturas diferentes.

 

TPO – Qual foi o melhor conselho que já recebeu sobre “viagens”? 

ANA CAROL: “Não durma em dólar.” hahaha. É piadinha, mas o significado é muito valido. APROVEITE!

 

TPO – Depois de já ter conhecido e desbravado alguns destinos, o que ainda te assusta? 

ANA CAROL: Já viajei para alguns países subdesenvolvidos. Desta vez, África do Sul, que tem toda uma similaridade com o Brasil (cultura, clima, um pouco de história e ambos também são países em desenvolvimento). Antes de ir para lá esperava achar algo em questão a educação das pessoas muito similar ao Brasil, me assustou o como eles são mais educados, cidades são limpas e mais organizadas. Minha frase é a “África do Sul dá um pau no Brasil”. O que me assusta quando viajo é entender como o povo brasileiro não cuida do que tem e tenta sempre tirar vantagem.

 

 

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – Playlist da Trip:

ANA CAROL: Eu sou bem eclética, do pop ao rock. Escuto de tudo e inclusive na África do Sul agora baixei umas músicas africanas. Gosto de entrar no clima.

 

TPO – O que não pode faltar nessa mala?

ANA CAROL: Biquíni, shorts e havaianas!

 

TPO – Como você chegou lá?

ANA CAROL: Guarulhos para Aeroporto Internacional da Cidade do Cabo (Cape Town).

 

TPO – Mala de rodinha ou mochilão?

ANA CAROL: Eu viajo sempre com mala de rodinhas (a fresca haha, sqn, acho mais prático só), não acho que nesta viagem tem necessidade de mochilão.

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – O que não dá pra perder?

ANA CAROL:  Vamos lá por partes…

Cape Town: Correr pela orla de Camps Bay, tomar sol na praia de Clifton e acabar o dia no Café Caprice. Ir no Jardim Botânico e pegar um dia de festa com Gold Fish, ver o pôr do sol no Lions Head ou Table Moutain, visitar o Waterfront, passar o dia em uma vinícola. Se for no ano novo vá para festa que rola de dia, na praia (no dia 1) da Pacha, melhor festa da vida. Faça também a rota de Chapmen’s Peak Valey é linda e tem vários pontos turísticos (pinguins – Boulders Beach, cabo da boa esperança, etc…),

Robben Island: O local te dá uma boa explicação sobre o apartheid, vá para rua Long Street se tiver tempo. Jante um dia no Mama África e coma as carnes de caça. De sábado se eu não me engano tem a feira Woodstock, lá ficam os restaurantes The test Kitchen, vá e reserve 4 meses antes porque é o mais concorrido. Também tem o restaurante da mesma rede Pot Luck Club, vale um almoço por lá. Ao lado da feira tem um lugar charmoso para degustar gin, amei. Já ia  me esquecendo de passar uma tarde no restaurante The Bungalow, que fica na praia de Clifton, super super badalado reserva mesa fora e veja o pôr do sol, dos melhores!

Se tiver oportunidade faça a costa Garden Route

Knysna: Se estiver em casal, é uma cidade charmosa, com várias praias bonitas, não amei, mas valeu conhecer.

Plettenberg bay:  Essa é a uma das melhores cidades para mim, só jovens bonitos, praias e esportes. Salte de um dos maiores bungee jumping do mundo no Parque de Tsitsikamma (o parque é lindo, vale a pena se tiver tempo para conhecer). Em Plet você também pode fazer mergulho. Nós amamos mergulhar com focas, detalhe “sem gaiola”, a água é sempre muito fria, mas o long John resolve. Ainda na cidade, a trilha de Robberg Nature Reserve é imperdível.

Jeffreys Bay: What a city!!! Para quem gosta da vibe surf a cidade é toda voltada para isso, não tem muito agito e nem muita opção de comida, é bem cidade de interior, mas completamente voltada para o surf, eu que amo no caso AMEI AMEI AMEI, amei a galera, amei tudo, volto com certeza, da para falar mais AMEI?!, rs Já minhas amigas odiaram.

Safari: O safari por lá é muito único também, super recomendo. Fique em uma reserva fechada com certeza, tem várias, vale cada centavo. Tivemos experiências tão únicas que em um texto não se explica, leoas caçando um búfalo e os seus filhotes se alimentando. Ver todos os animais em seu habitat de uma forma espontânea, é único. Em um momento, voltamos para o hotel sozinhas, quando de repente começaram a entrar vários elefantes dentro do lugar, ficamos a poucos metros deles. ANIMAL!!!! Com certeza nada do que eu falar aqui, descreverá o que foi o safari, mas também acho que não precisa mais do que três dias, por lá.

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – Onde e o que comer?

ANA CAROL:

  • The test kitchen: menu desgustação, super master concorrido;
  • La Colombe: almoço em uma vinícola, superconcorrido menu degustação também;
  • Mama África: carnes de caça é bem gringous conhecendo a cultura africana;
  • Azoka: para o jantar pedimos tapas escutando jazz bombando, vale muito;
  • The Pot Luck Club: almoço é legal – o restaurante fica em um lugar que acontece uma feirinha bem charmosa Woodstock;
  • The Bungalow: fica na praia de Clifton, é legal um almoço por lá, mas se possível mais para o meio da tarde. Reserve uma mesa fora e veja o pôr do sol.
  • Subindo a costa da África do Sul não tem muitos restaurantes memoráveis de dicas “must go”. Jbay eu tomaria café da manhã TODOS os dias no Coffee Society e iria à noite no Mexican, conhecer o pessoal do surf que está na cidade.

 

TPO – Onde se hospedou? 

ANA CAROL: Em Cape Town nos hospedamos em uma casa que aluguei através do Airbnb, na praia de Camps Bay. Eu sou muito ligada a praia e este lugar é incrível, com casas maravilhosas, um dos bairros mais “badalados” da cidade. Aconselho ser ou Camps Bay ou Clifton, mas se vc tem um mood mais city fique em Waterfront. Acredite, é bem barato tudo lá.

Ao longo da rota do Jardim, Knysna não recomendo o hotel que ficamos, em Plettenberg Bay pegamos um apartamento muito honesto pelo Airbnb, foi ótimo. E Jeffreys Bay, em uma casa animallll também pelo Airbnb. O Safari escolhemos uma reserva fechada chamada Simbavati.

 

 

 

 

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – Em qual época do ano você escolheu ir para esse destino?

ANA CAROL: Sempre verão para mim, rs. Fui em dezembro e voltei em janeiro.

 

TPO – Fatos engraçados:

ANA CAROL: 9 amigas, os fatos engraçados ficam pra gente, não dá pra sair falando, rs!!!

 

TPO – Cereja do Bolo:

ANA CAROL: Viajei com 9 amigas, todos os dias abrir a janela da nossa casa em Camps Bay e olhar aquela paisagem vai ficar pra sempre. As risadas que demos, as pessoas que conhecemos. O apartheid acabou de fato só em 1994 é muito recente a história, ir para lá e ver o quanto ainda o país é marcado pela segregação racial me emocionou muito. Passar meu aniversário ao lado de pessoas que amo em um lugar tão magico. E sem dúvida, viver a experiência do safari.

Da até para imaginar como foi essa aventura, né?! Queremos agora uma viagem para África do Sul!!!

 

 

 

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