Vida Real: Carolina Uip pela Grécia

13 junho, 2018
Autor: Redação

No Vida Real dessa semana, tivemos o grande prazer de saber um pouquinho sobre a incrível viagem que a Carolina Uip Luz fez pela Grécia. A convite de um casamento, Carol, que é advogada, aproveitou os dias livres com o maridão para curtir também as belezas únicas de Santorini e Mykonos.

Foram 12 dias maravilhosos, então, entre aqui e confira todas as dicas únicas desse país tão maravilhoso que é a Grécia.

TÁ POR ONDE

TPO – O que te inspira e te move na busca de novos destinos e viagens?

CAROL: O que mais me inspira em busca de novas viagens é sem dúvida conhecer e explorar como as pessoas vivem ao redor do mundo, além de aprender sobre a história, a cultura, os hábitos e a culinária de cada destino.

TPO – Qual foi o melhor conselho que já recebeu sobre “viagens”? 

CAROL: O conselho do meu marido quando viajamos à alguma cidade grande: “se for para descansar, ficamos em São Paulo” e geralmente saímos de manhã do hotel e voltamos bem tarde.

TÁ POR ONDE

TPO – Depois de já ter conhecido e desbravado alguns destinos, o que ainda te assusta?

CAROL: Minha maior neura é perder o vôo, por isso gosto de sair com umas 5 horas de antecedência de casa.

 

TPO – Playlist da Trip:

CAROL: Como fui à um casamento, as musicas que ouvíamos nos eventos pré-weddings e as do próprio casamento, com certeza marcaram a viagem.

 

TPO – O que não pode faltar nessa mala?

CAROL: Maiôs e biquínis descolados com saídas de praia para aproveitar os beach clubs.

 

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TPO – Como você chegou lá?

CAROL: Saímos de São Paulo de Alitália, ficamos dois dias em Roma e pegamos um vôo as 3 da manhã (não recomendo) de Vueling para Mykonos. Depois pegamos um ferryboat de Mykonos para Santorini. O embarque foi meio perrengue, pois estava garoando e não tinha onde ficar com as malas. Mas a viagem de ferryboat foi ótima, rápida e confortável.

TPO – Mala de rodinha ou mochilão?

CAROL: 1 mala de rodinhas leve + uma mala de mão + uma bolsa média.

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TPO – O que não dá pra perder?

CAROL:

Mykonos: Praia: Lia (subir na pedra no fim da praia para ver a vista e fazer comprinhas em uma mini lojinha super descolada que fica lá no alto) e o restautante Scorpions.

Santorini: Alugar um catamarã e fazer um passeio de barco em volta da ilha, que foi formada pela erupção de um vulcão.

TPO – Onde e o que comer?

CAROL: Nos hotéis, praias, restaurantes, enfim em qualquer lugar, dá para tomar a bebida típica do verão grego: café gelado, expresso freddo (ou cap puccino freddo) é uma delicia e refresca!

Restaurante em Mikonos:

Spiglia – restaurante charmoso a beira mar, com frutos do mar fresquíssimos (ouriços abertos na hora) e polvos secando ao sol.

Restaurante em Santorini

Catch Bar – Comida grega moderna, ambiente descolado e uma das melhores vistas do pôr do sol de Mikonos (fique no andar de cima!)

TÁ POR ONDE

TPO – Onde se hospedou? 

CAROL: Em Mykonos ficamos no Mykonos Blanc, hotel com ótimo custo-benefício, bem localizado, com quartos e banheiros bons. O hotel tinha transfer e café da manhã inclusos na diária. Ficaria lá novamente. Acho uma boa opção para casais, solteiros e até família, já que o hotel é de frente à uma praia.

E em Santorini ficamos no Hotel Kappa, um hotel pequenininho, bem boutique, gostoso. Gostamos bastante pela atenção dos funcionários e pela vista. Mas o hotel fica em Imerovigli e acho que é mais gostoso ficar em Oia, onde ficam os restaurants mais charmosos e os hotéis maiores.

TÁ POR ONDE

TPO – Em qual época do ano você escolheu ir para esse destino?

CAROL: Fomos em meados de junho e pegamos um tempo bom, ainda não tão quente.

TPO – Fatos engraçados

CAROL: É difícil elencar algum momento engraçado, já que viajei para a Grécia com minhas melhores amigas, o que já torna a viagem inesquecível. Mas teve um fato quando só estávamos eu e meu marido em Santorini. Resolvemos ir de carro à um mosteiro que ficava no alto de uma colina. A estrada era muito íngreme, com curvas fechadas e grande parte dela sem guard rail. Além disso, era uma mão que ia e outra que voltava (em certos pontos só passava um carro). Meu marido estava guiando e ficava olhando a vista, mostrando as coisas lá de cima. E eu estava super tensa, morrendo de aflição daquela estrada, com medo de despencarmos. Enquanto meu marido curtia pacas, eu estava a ponto de começar a chorar. Ai quando estávamos quase lá em cima eu gritei: “páraaaaaa o carro” e fui a pé até o mosteiro. Valeu a pena, lá em cima era lindo e me sentia muito mais confortável de estar a pé. Bom, nem preciso dizer que tudo que sobe, precisa descer. A volta foi igualmente aflitiva, mas sobrevivi! Hahahaha!

TPO – Cereja do Bolo:

CAROL: Essa foi a primeira viagem que fiz para fora do Brasil sem minhas filhas, desde que nasceram. Só havíamos viajado com as pequenas desde então. Assim, foi uma viagem muito especial em diversos aspectos. Primeiro por viajar com as minhas melhores amigas, depois por curtir meu marido na parte da viagem que fizemos sozinhos. É claro que morremos de saudades das meninas, mas por outro lado, tivemos tempo para relaxar, jogar conversa fora, não ter horário para nada e ficar bem juntinhos.

Demais, não é?! E se você já esteve por lá, deixe aqui nos comentários as suas dicas também!!!

 

 

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