Marcos Vaz e o seu incrível mochilão pelo Equador!

6 agosto, 2018
Autor: Redação

Produtor de conteúdo sobre viagens, Marcos Vaz, de 30 anos, dono da incrível conta do Instagram Vaz Aonde e um verdadeiro amante das paisagens naturais que esse mundo pode oferecer, nos deu o prazer de contar em detalhes como foi o seu mochilão de 40 dias pelo Equador.

Entre aqui e confira todas as suas dicas!

TPO – O que te inspira e te move na busca de novos destinos e viagens?

MARCOS: Hoje eu estou em um momento de aproveitar bastante as minhas viagens com mais calma e sem correria. Então, o que mais me encanta é o mix de natureza, eu gosto de viajar para lugares que tenham paisagens naturais exuberantes, seja em neve, floresta ou praia por exemplo. Além disso, gosto dos lugares que tenham uma cultura própria, além de preferir países que sejam rotas de mochileiros, pois assim, acabo encontrando sempre pessoas que estão na mesma vibe que a minha.

 

TPO – Qual foi o melhor conselho que já recebeu sobre “viagens”?

MARCOS: O melhor conselho que já recebi, é não pensar muito, é adotar um estilo de “vai que vai”. Além disso, os conselhos que recebo quando decido viajar sozinho são mais dicas, como o Couchsurfing, Hostels e o Work Exchange, por exemplo, fui testando cada um deles e comprovei que são bons mesmo. E o meu conselho que dou sobre viagens é: vai sozinho, vai que vai dar certo, não pensa muito, não se limita aos roteiros e vai sempre com o coração aberto.

 

TPO – Depois de já ter conhecido e desbravado alguns destinos, o que ainda te assusta?

MARCOS: Na verdade não é bem algo que me assusta, mas sim uma preocupação maior em ser roubado, já que estou sempre com meus equipamentos de trabalho, – que são caros -, e dependo deles para produzir conteúdo.

 

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – Playlist da Trip

MARCOS: A playlist que mais ouvi foi a Reagetton 2017, no streaming Deezer. Nela tinha muito Maluma, Ozuna e Daddy Yankee, que marcaram bastante essa viagem do Equador.

 

TPO – O que não pode faltar nessa mala?

MARCOS: Com certeza um chinelo. Na verdade, ele é indispensável para qualquer lugar que eu vá. Nessa viagem para o Equador, foram praticamente os 40 dias usando um.

 

TPO – Como você chegou lá?

MARCOS: Peguei um voo que fez escala no Panamá, de lá fui para Quito, – capital do Equador -, e então comecei o meu circuito pelo país, de ônibus. Na volta, fui para Quito novamente, e fiz o mesmo trajeto.

 

TPO – Mala de rodinha ou mochilão?

MARCOS: Eu sempre viajo de mochilão, tenho um de 55 litros que utilizo para levar minhas roupas, um de 35 litros para levar os equipamentos, e ainda levo uma mochila de ataque, para fazer uma trilha ou algo do tipo, e carregar apenas o que vou utilizar no dia.

 

TPO – O que não dá pra perder?

MARCOS: O clima da cidade de Montañita me agradou muito, tinha muita gente da América Latina, e gente do mundo inteiro no hostel que eu me hospedei, aquilo foi muito legal, não apenas pelo lugar, mas sim pela atmosfera da cidade.

 

 

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – Onde e o que comer?

MARCOS: Praticamente em todos os lugares do Equador têm um almoço completo, com entrada, prato principal e um suco, que custava por volta de 2,50 a 3,50 dólares, bem tranquilo. Por lá, também tem um milho, que é servido meio frito, lembrando um pouco a pipoca. Além do cuy, o porquinho da Índia, um prato muito típico no país e o ceviche, que comi mais na região litorânea do Equador.

 

 

TPO – Onde se hospedou?

MARCOS: Eu fiquei basicamente em hostels, com quartos compartilhados, conhecendo várias pessoas de diversos lugares. Cheguei a trabalhar em um hostel chamado Kamala, em Montañita, fazendo um Work Exchange, era sempre muito tranquilo e divertido. Alguns deles ofereciam café da manhã, outros não.

 

 

 

TÁ POR ONDE

 

TPO – Em qual época do ano você escolheu ir para esse destino?

MARCOS: Eu fiz essa viagem no mês de fevereiro, não era nem a melhor época na realidade, mas como eu queria passar o carnaval em Montañita – que não foi tão bom assim como eu esperava -, escolhi essa data. Em todo caso, foi legal para fugir um pouco da muvuca do Rio de Janeiro.

 

TPO – Fatos engraçados:

MARCOS:  Na verdade foram mais fatos inusitados, como: encontrar algumas pessoas que eu tinha conhecido em Honduras, na minha viagem pela América Central no ano passado, o que foi muito maneiro me deparar com conhecidos e reencontrá-los em uma outra situação. Conhecer amigos em comuns de alguns amigos meus. E ser um dos poucos brasileiros viajando pelo Equador.

 

TPO – Cereja do Bolo:

MARCOS: A cereja do bolo dessa viagem, foi em um momento que eu estava no hostel, com uma galera tocando reggaeton. Tinha gente praticamente de toda América do Sul, eu do Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Venezuela e Colômbia. Estávamos todos juntos, cantando, bebendo e dançando, foi uma experiência muito incrível.

Estamos encantadas por esse lugar, por essas fotos e por essa viagem incrível. E você, o que achou?

 

 

 

 

 

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